Medicina Mais Perto: Moçambique 2018

Muito obrigado pelo seu contributo. Este projeto já se encontra financiado a 100% devido ao envolvimento da sociedade civil.
Contudo, encontram-se ainda em aberto outros projetos a necessitarem da sua generosidade, pelo que ainda tem possibilidade de poder contribuir para outra causa através do NOVO BANCO Crowdfunding.
Objetivo: 
4 000 €
Terminado a: 
14/05/2018
Localização: 
Matola e Maputo, Moçambique

Sobre o projeto

O Medicina Mais Perto: Moçambique (MMP:Mz) é um projeto de voluntariado internacional e sazonal, entre julho e setembro, integrado na ação da Associação de Estudantes da Faculdade de Medicina de Lisboa (AEFML), que tem como principal objetivo levar apoio médico-social a populações deslocadas dos grandes centros urbanos ou com dificuldades no acesso aos cuidados de saúde, na província de Maputo, em Moçambique, contribuindo para a sua formação, capacitação, desenvolvimento e melhoria da qualidade de vida.

Nas 6 últimas edições, duas equipas de 6 voluntários deslocaram-se à Matola (capital da província de Maputo), onde, através da cooperação com associações que acolhem mães, crianças e homens carenciados e junto de grupos de idosos e jovens locais, realizaram:

  • Consultas e rastreios;
  • Encaminhamento e acompanhamento para cuidados de saúde especializados;
  • Formações nas mais diversas áreas (saúde materna, VIH/SIDA, planeamento familiar, doenças infecciosas, saúde oral, saúde mental, gestão doméstica, direitos humanos, empreendedorismo, entre outras);
  • Encaminhamento de famílias para o rastreio do VIH;
  • Visitas domiciliárias e auxílio na gestão doméstica;
  • Incentivo ao retomar dos estudos;
  • Avaliação nutricional de crianças dos 3 aos 17 anos.

  

Desde 2012 o projeto contou já com a ação de 52 voluntários, e em 2017 foram realizadas:

  • 88 consultas a mamãs e aos seus filhos;
  • 72 formações às educadoras de infância e trabalhadoras da AVOMACC, escuteiros e idosos da paróquia;
  • 18 idas ao DREAM para rastreio e acompanhamento do HIV;
  • 25 visitas domiciliárias;
  • 19 acompanhamentos a cuidados de saúde especializados hospitalares.

Os nossos parceiros, com quem trabalhamos no terreno:

  • Associação Voluntária de Mães de Crianças Carenciadas (AVOMACC) – associação que acolhe mães com carências sócio-económicas e assegura-lhes um emprego e educação para os filhos;
  • Centro DREAM (Drug Resource Enhancement against AIDS and Malnutrition) – projeto de intervenção e combate à infeção pelo HIV;
  • Paróquia de São João Baptista do Fomento - grupo de escuteiros e idosos;
  • Plataforma MAKOBO - ação principalmente em 3 projetos diferentes:
    • Escolinha Solidária, projeto no qual realizamos jogos tradicionais, acompanhamento nutricional e monitorização dos parâmetros antropométricos de cerca de 50 crianças do Bairro dos Pescadores da Costa do Sol;
    • Sopa Solidária, com a distribuição de alimentos pelas ruas de Maputo e estabelecimento de uma relação entre os voluntários e o público-alvo;
    • Lancheira Solidária, onde é feita uma avaliação das carências nutricionais e medições antropométricas de crianças entre os 3 e os 17 anos, residentes em bairros periféricos da cidade de Maputo, e subsequente apoio nutricional diário dirigido às mesmas, com sensibilização concomitante destas famílias para a gestão e produção de recursos e incentivo à plantação de uma horta e árvore de fruto por família.

O projeto tem vindo a expandir desde a sua primeira edição, nomeadamente com uma maior abrangência da população sensibilizada, formada e apoiada, que se deve em grande parte ao maior envolvimento dos voluntários nos projetos das várias parcerias. Para 2018 é nosso objetivo dar continuidade e reiterar a ação junto da população que tem sido alvo do nosso trabalho anualmente, mas também a expansão do projeto e do apoio médico-social que levamos, para que mais pessoas no território moçambicano possam usufruir dele.

A aposta na medicina preventiva e na educação são armas fundamentais para podermos dar um passo em frente. Em edições anteriores, o MMP: Mz contribuiu para o diagnóstico de algumas mães VIH+ antes de iniciarem os sintomas da doença, permitindo uma intervenção que pode salvar muitas vidas. Foi feito o despiste de doenças como o cancro ou hipertensão arterial. Em relação à componente formativa, os voluntários dedicam muito tempo à sensibilização para os métodos contracetivos, inclusivamente através da distribuição de preservativos femininos e masculinos, muito importantes num meio onde ainda são bastante negligenciados. Para além disso, os direitos humanos também têm sido amplamente abordados de forma a desmistificar algumas ideias, nomeadamente relativas à discriminação das mulheres, e procurando promover a interajuda na sociedade.

O nosso desejo é que o projeto tenha continuidade e sustentabilidade, só assim contribuiremos para o desenvolvimento desta comunidade.

Ajuda-nos a chegar Mais Perto!

Ubuntu I Eu sou porque nós somos.

Sobre Comissão Organizadora do MMP:Mz 2018

A Comissão Organizadora do MMP:Mz 2018 é composta por 7 alunos da Faculdade de Medicina de Lisboa - Catarina Gil, Francisca Pais, Joana Duarte, João Lourinho, Madalena Alexandre, Mariana Mixão e Sara Moreira, que organizaram ou participaram na edição de 2017 do Projeto em Moçambique.

A AEFML (Associação de Estudantes da Faculdade de Medicina de Lisboa) conta já com 103 anos a representar e servir os alunos da Faculdade de Medicina de Lisboa. Para além da representação dos alunos, contamos com diversos projetos na área de Saúde Pública, Reprodutiva e SIDA, Direitos Humanos e Ação Social, Estágios Internacionais, eventos Desportivos e Culturais, entre outros.

 

Orçamento e prazos

Orçamento:
- Logística____________________________ 2.040 €
Divulgação: 150 €
Deslocações no terreno: 40 €
Teambuildings: 300 €
Vistos:1.300€
T-shirts: 200 €
Comunicações: 50 €
- Material médico____________________ 350 €
- Transportes________________________ 11.600 €
- Alojamento e Alimentação_________ 4.475 €

TOTAL: 18.465 €

Uma vez que o Projeto parte para o terreno a 16 de julho de 2018, contamos ter a maior parcela dos apoios obtida até ao início do mês de junho.

Imagens